quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Cancer X AIDS

DUELO MORTAL

Pelos cálculos da OMS, o câncer é responsável por 13% das mortes no mundo. Mas existem mais pessoas vivendo com AIDS, hoje em dia

QUANDO SURGIU?

CÂNCER

Hipócrates, o pai da Medicina ocidental, já conhecia os tumores malignos (carcinomas) por volta de 4 séculos antes de Cristo - atualmente, há mais de 100 tipos de câncer conhecidos.


AIDS

Os pesquisadores Luc Montaigner (França) e Robert Gallo (EUA) descobriram o HIV - vírus causador da AIDS - no início da década de 1980. Desde essa época, estima-se que a AIDS tenha matado mais de 25 milhões de pessoas



QUANTOS CASOS SÃO DIAGNOSTICADOS POR ANO?

CÂNCER

Atualmente, mais de 11 milhões de novos casos são diagnosticados a cada ano - estima-se que esse número suba para 16 milhões até 2020



AIDS

Dos 4,3 milhões infectados pelo HIV em 2006, mais de 500 mil foram crianças - a África tem 12 milhões de órfãos por causa da AIDS



QUANTOS VIVEM COM A DOENÇA?

CÂNCER

24,6 milhões convivem com o câncer - como o diagnóstico geralmente é tardio, o número real de pessoas com a doença deve ser bem maior


AIDS

Cerca de 40 milhões de pessoas são portadoras do HIV - só na África são aproximadamente 25 milhões de infectados


COMO ATACA?

CÂNCER

Uma mutação no DNA faz com que um grupo de células passe a se dividir sem controle, invadindo tecidos próximos ou órgãos distantes - via corrente sanguínea.


AIDS

O vírus HIV infiltra-se nas células de defesa do organismo (T4) para se multiplicar. Aos poucos, o número de células T4 diminui e o corpo fica indefeso para combater outras doenças



COMO É O TRATAMENTO?

CÂNCER

A cirurgia pode remover tumores bem delimitados sem prejudicar os órgãos adjacentes. Quando a remoção é impossível, tenta-se inibir o crescimento acelerado das células cancerígenas com radiação localizada (radioterapia) ou medicamentos que agem no corpo todo (quimioterapia) - em ambos os casos, células sadias também são atacadas


AIDS

Um coquetel de medicamentos limita a profileração do vírus no organismo, mas não o elimina por completo. Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, são 6,8 milhões de doentes e apenas 1,65 milhão recebendo os medicamentos

Que doença mata mais: aids ou o câncer?

O câncer mata mais. Anualmente, cerca de 7,6 milhões de pessoas com câncer morrem no mundo, contra 2,8 milhões de vítimas da aids, segundo a Organização Mundial da Saúde. Mas há mais gente viva com aids, do que com câncer. Cerca de 40 milhões de pessoas diagnosticadas como soropositivas (portadoras do vírus HIV) vivem ao redor do planeta - 25 milhões só na África -, enquanto 24,6 milhões de pessoas lutam contra algum tipo de câncer. Quer dizer, esse é o número de pessoas diagnosticadas, porque um dos problemas do câncer é justamente a demora no diagnóstico. "A alta mortalidade do câncer tem três razões principais: a doençaCâncer de São Paulo. O câncer é a maior causa de mortes no mundo, respondendo por 13% dos óbitos (veja o quadro abaixo). E a tendência é que se isole cada vez mais na liderança do ranking, já que pessoas mais velhas são mais propensas a desenvolver tumores malignos e, ano a ano, cresce a parcela de idosos na sociedade. Já a aids, embora ainda não tenha cura, pode ser controlada: tomando remédios, portadores do vírus HIV podem passar mais de dez anos sem manifestar a doença.
manifesta-se de várias maneiras, pode atingir qualquer órgão do corpo e a maioria dos diagnósticos revela o tumor em fase avançada", diz o oncologista Vladimir Cordeiro de Lima, do Hospital do

Olhos - Eles refletem várias doenças

Mais do que indiscretamente dizerem o que sentimos, os olhos podem contribuir no diagnóstico e acompanhamento médico de várias doenças.

Dor de cabeça, visão embaçada, enxergar estrelas em plena luz do dia, dificuldade de foco, olhos vermelhos e ardência são sintomas que levam a maioria das pessoas ao oftalmologista. O que poucos sabem é que o exame de fundo de olho mapeia todo o organismo e pode até salvar vidas.

De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, muitas doenças aparecem no fundo do olho, região que fica entre o cristalino (lente dos olhos responsável pelo foco) e a retina (membrana receptora das imagens). Ele explica que o exame completo é feito com a pupila dilatada e uma lente que aumenta diversas vezes o nervo óptico, retina e vasos.

O procedimento detecta distúrbios oculares e sistêmicos. Não é preventivo, comenta, porque a doença já está instalada, mas permite controlar sua evolução. É o caso da hipertensão arterial, diabetes, doenças reumáticas, tuberculose, toxoplasmose, lepra, Aids, e até tumores intracranianos que muitas vezes se manifestam primeiro nos olhos.

O especialista diz que é muito comum o clínico geral encaminhar um paciente diabético ao oftalmologista. Isso porque, através das informações sobre vasos e artérias oculares contidas no relatório do exame de fundo de olho, o clínico pode saber como está funcionando o rim do paciente, além de controlar o nível de glicose no sangue.

Sinais visuais

Queiroz Neto afirma que as doenças sistêmicas dão sinais ao portador que indicam urgência de exame médico para evitar maiores complicações.

Os principais sinais são:

• Pupila contraída: Indica uveite, inflamação da uvéa que é formada pela íris, corpo ciliar e coróide. Pode levar à cegueira se não for tratada. Resulta de toxoplasmose, doenças reumáticas, tuberculose, lepra ou certos tipos de leucemia.

• Pupila dilatada: Pode estar relacionada a tumores, glaucoma, trauma, doenças do sistema nervoso central.

• Visão dupla: Pode apontar presença de tumor intracraniano, acidentes vasculares centrais, traumas e hiperglicemia.

• Olhos saltados e inchaço: São sinais, principalmente, de distúrbios da tireóide.

• Mudança na cor dos olhos: É causada por medicamentos ou inflamações oculares.

• Cegueira momentânea: Indica tumor intracraniano, má circulação no cérebro ou arritmia cardíaca.

• Visão borrada: Pode sinalizar diabetes, sangramento ocular, inflamação, hipertensão arterial.

• Olho seco: A falta de lágrima pode ser causada por disfunções hormonais, menopausa e até Síndrome de Sjogren, uma doença reumática crônica.

Dor de cabeça e visão

O especialista explica que a dor de cabeça relacionada à falta de óculos geralmente aparece no final do dia e pode indicar a chegada da presbiopia ou vista cansada para quem passou dos 40 anos.

Também pode atingir, ressalta, quem não atualiza os óculos há mais de um ano e tem instabilidade refrativa, ou portadores de grande diferença de acuidade visual entre os olhos.

Pessoas que têm enxaqueca freqüente e não pertencem a estes grupos, alerta, correm o risco de ter aumento na escavação do disco óptico que leva ao glaucoma ou neuropatia óptica isquêmica causada pela contração dos vasos oculares.

Estresse

O aumento da produção de cortisol, hormônio relacionado ao estresse, enfraquece a musculatura ciliar que é responsável pela capacidade de focar e desfocar do cristalino, chamada de acomodação pela oftalmologia.

No trabalho, ressalta Queiroz Neto, o comprometimento da acomodação reduz a produtividade e predispõe a acidentes. O estresse, comenta, também pode induzir ao acúmulo de líquido entre as camadas da retina, causando visão distorcida na região central, hipermetropia induzida e metamorfopsia (tortuosidade das letras) temporária e até permanente.

Para relaxar os olhos as dicas do médico são:

• Olhe para o infinito por 30 segundos a cada duas horas de trabalho.

• Movimente os olhos para cima, para baixo, à esquerda e à direita.

• Faça movimentos circulares com os olhos para a esquerda e para a direita. vermelhos e ardência são responsável pelo foco) e a auto-imunes, herpes,

A Dengue

No último mês, o Brasil foi atingido por uma das piores epidemias de dengue na sua história. O exército brasileiro foi convocado para ajudar no combate à doença. Foram registradas as mortes de vinte e uma pessoas só no estado do Rio de Janeiro e existem mais de 1500 novos casos sendo anunciados no País diariamente. Acredita-se que 430.000 pessoas já foram infectadas

A doença nem sempre é fatal, mas causa febre alta e fortes dores de cabeça e musculares. Há, porém, uma forma mais virulenta da dengue – a hemorrágica, que causa sangramento interno e pode levar à morte.

Os hospitais do Brasil estão superlotados com pacientes infectados pela dengue, e oficiais de saúde avisam que os bancos de sangue estão precisando de mais doadores devido à demanda por transfusões resultante da epidemia.

A epidemia da dengue chegou ao País por causa das chuvas notavelmente fortes que vêm criando um clima propício para a procriação do mosquito que carrega o vírus. Agora, milhares de soldados e bombeiros foram enviados ao Rio de Janeiro e São Paulo para limpar as águas paradas.

Informações Básicas sobre a Dengue

O causador da dengue é um vírus, mas seus transmissores (chamados de vetores) são mosquitos, geralmente do gênero aedes, popularmente chamados de pernilongo da dengue. Este mosquito geralmente é escuro e rajado de branco, é menor que um pernilongo comum, pica durante o dia. Esses mosquitos geralmente se desenvolvem em água parada e limpa.

A transmissão epidêmica normalmente ocorre durante e pouco após a temporada de chuvas. A dengue pode ocorrer em qualquer país onde o mosquito possa se procriar.

O mosquito que transporta o vírus é o mesmo da febre amarela, o Aedes aegypti. O mosquito é infectado quando ele pica um indivíduo que já está com dengue (humanos e possivelmente algumas espécies de macaco) durante os primeiros três dias de doença. A partir daí, são necessários de 8 a 11 dias para que o Aedes aegypti incube o vírus, antes de poder transmiti-lo para outro indivíduo. Após este período, o mosquito fica infectado por toda a sua vida. A vida útil do mosquito transmissor é de 45 dias, podendo vir a contaminar até 300 pessoas. O vírus da dengue é injetado na pele da pessoa pelas gotas de saliva do mosquito. Não ocorre transmissão da doença por contato direto entre pessoas, nem através de água ou alimentos.

A epidemia da dengue é imprevisível pois existem quatro espécies da doença. Para quem já teve dengue uma vez, deve-se tomar ainda mais cuidado. Em uma segunda contaminação, há maior chance da doença evoluir para a forma hemorrágica, que pode ser letal.

A dengue é caracterizada por febre repentina, fortes dores de cabeça, dores nas juntas e nos músculos, intensa dor atrás dos olhos, um segundo aumento de temperatura após uma pequena redução, náusea e vômito, além de manchas vermelhas na pele. As manchas tendem a aparecer entre 3 a 4 dias após o início da febre. A infecção pode ser detectada por um exame de sangue, que verifica a presença de vírus ou anticorpos. A doença pode durar até 10 dias, mas a recuperação completa da pessoa leva de 2 a 4 semanas.

Lista dos Sintomas

Febre alta repentina.
Fortes dores de cabeça.
Dores nas juntas e músculos.
Dores intensas atrás dos olhos.
Náusea e vômito.
Manchas vermelhas no corpo

Uma pessoa infectada com dengue deve permanecer em repouso, bebendo muito líquido e tomando medicamentos, tais como o Tylenol. A pessoa com dengue não pode tomar certos medicamentos como aspirina, Melhoral, Doril, Sonrisal, Buferin etc. A razão disto é que remédios à base de ácido acetil salicílico podem facilitar o sangramento. Apesar da intensa dor causada pela doença, pessoas contaminadas com dengue devem evitar antiinflamatórios que também podem facilitar o sangramento.

Não há vacina para a doença. Sendo assim, as pessoas devem evitar áreas com pontos de água parada. Aqueles que viajam para regiões onde existe uma grande quantidade de mosquitos devem tentar permanecer em locais encobertos e ventilados. Aconselha-se o uso de repelentes e inseticidas.

Para evitar a dengue, é preciso prevenir o nascimento desses mosquitos. Não se deve deixar água, mesmo limpa, ficar parada em algum recipiente como garrafas, caixas d’água, pneus, copinhos descartáveis e outros depósitos de água.

A História da Dengue

A dengue e a dengue hemorrágica são causadas por quatro tipos de vírus relacionados. Primeiramente, é uma doença dos trópicos, e é espalhada pelo Aedes aegypti – um mosquito que pica seres humanos para se alimentar de seu sangue.

As primeiras epidemias que foram relatadas ocorreram em 1779-80 na Ásia, África e América do Norte. Durante essa época, a doença era considerada não-letal e que atingia os visitantes dos trópicos. Em geral, houve grandes intervalos (10-40 anos) entre as epidemias, principalmente por que a virose só podia ser transmitida entre as populações que viajavam de barco para outras partes do mundo.

Uma epidemia global de dengue teve início no Sudeste da Ásia durante a Segunda Guerra Mundial, e tem se intensificado nos últimos 15 anos. Por volta de 1975, a dengue tornou-se uma das maiores causas de hospitalizações e morte entre crianças de diversos países do sudeste asiático.

Na década de 1980, a dengue hemorrágica começou a se expandir no Sri Lanka e na Índia. Na década de 1980, após uma ausência de 35 anos, a dengue epidêmica voltou a atingir Taiwan e China. Cingapura também sofreu um ressurgimento da doença de 1990 a 1994, apesar de ter adotado um programa de prevenção à dengue que havia evitado significante a transmissão da doença no país por mais de 20 anos.

A dengue epidêmica também se expandiu pela África desde 1980, e atingiu a África Oriental, especialmente Quênia, Moçambique e Somália.

A emergência da dengue e dengue hemorrágica tem sido mais grave nas Américas. Numa tentativa de evitar a febre amarela urbana, que também é transmitida pelo Aedes aegypti, a Organização Pan Americana de Saúde desenvolveu uma campanha que erradicou o mosquito de grande parte da América do Sul e Central, nas décadas de 1950 e 1960. Mas o programa de erradicação do Aedes aegypti foi oficialmente interrompido nos Estados Unidos na década de 1970, e foi também deixado de lado em outros países das Américas. Conseqüentemente, esta espécie de mosquito começou a infestar novamente países nos quais havia sido erradicado. Em 1997, a distribuição geográfica do mosquito tornou-se ainda maior que antes de seu programa de erradicação: 18 países na região das Américas confirmaram casos de dengue hemorrágica.

A expansão global da dengue é comparada à da malária. Um número estimado em 2,5 bilhões de pessoas vive em áreas de risco de transmissão da epidemia. Todo ano, ocorrem dezenas de milhões de casos de dengue, e dependendo do ano, centenas de milhares de casos do tipo hemorrágico. A média de fatalidade desta espécie de dengue é aproximadamente 5% - na maioria dos casos são crianças e adolescentes.

Razões da Epidemia

Diversos fatores importantes podem ser identificados para explicar a dramática emergência global da dengue.

Primeiramente, o controle efetivo do mosquito virtualmente não existe na maioria dos países que são atingidos pela dengue. Na maioria dos países não existe um programa para evitar a multiplicação do mosquito Aedes aegypti.

Além disto, a urbanização descontrolada facilita o surgimento de uma epidemia de dengue. Mudanças geográficas mal-planejadas, moradias sujas e sistemas inadequados de água, esgoto e administração do lixo facilitam a transmissão da doença pelo mosquito.

Para agravar a situação, muitos países atingidos pela dengue têm uma estrutura de saúdedoença. Países como o Brasil recorrem a medidas de emergência para combater a doença. Raramente são implantadas medidas para prevenir futuras epidemias. Portanto, não é de se surpreender que o País esteja passando por mais uma crise no âmbito de saúde pública.
com o vírus. pública precária. A falta de recursos financeiros e humanos vem resultando na negligência de programas para desenvolver um vasto programa de prevenção à

O aumento do câncer de pele em mulheres abaixo dos 40

Chicago (EUA), 9 ago (EFE).- Pelo menos dois tipos de câncer de pele aumentaram entre as mulheres com menos de 40 anos nos Estados Unidos, por causa da exposição ao sol e do uso de bronzeadores, afirma um estudo divulgado nesta terça-feira.

O estudo, publicado na revista da Associação de Medicina Americana, afirma que o crescente número de pacientes com este tipo de câncer mostra que a população jovem faz pouco caso dos alertas sobre os riscos dos bronzeadores.

O aumento de casos foi detectado nos tipos da doença conhecidos como carcinoma de células escamosas (SCC, em inglês) e carcinoma basocelular (BCC), afirmaram os especialistas.

O câncer de pele pode aparecer em qualquer parte do corpo, mas as áreas mais comuns de infecção são as expostas ao sol.

Em 2000, foram diagnosticados aproximadamente 800.000 novos casos de BCC e 200.000 de SCC nos EUA.

Os cientistas que fizeram o estudo, liderados por Leslie Christenson, disseram que o câncer de pele ou melanoma geralmente atinge pessoas com mais de 50 anos.

A média de incidência dos dois tipos de câncer de pele nos EUA chegou a 32 casos em cada 100.000 mulheres com menos de 40 anos em 2003, em comparação com 13 em cada 100.000 no final da década de 70, de acordo com a pesquisa.

Segundo os especialistas, a vantagem é que tanto o BCC como o SCC podem ser retirados e tratados com maior facilidade que outros tipos de melanoma considerados fatais.

Christenson, uma especialista da Clínica Mayo, de Rochester, em Minnesota, disse que os bronzeadores "ainda são aceitos como símbolo de beleza", e que é importante que essa mensagem mude através da aceitação de que a pele pode ser saudável e bonita sem aditivos.

O estudo avaliou pelo menos 500 casos de câncer de pele em Olmsted, Minnesota, onde é realizado um projeto epidemiológico.

A pesquisa descobriu que o número de pacientes com câncer BCC não aumentou entre os homens com menos de 40 anos, mas entre eles houve um leve aumento da doença tipo SCC.


Christenson atribui este fenômeno ao fato de que os homens não têm muita atenção com o cuidado da pele, como as mulheres.

Segundo o especialista, o câncer BCC geralmente aparece como uma protuberância rosada na pele, enquanto no caso do SCC a mancha é áspera.

A análise foi feita entre 1976 e 2003, de acordo com os autores da pesquisa, e durante este período foram diagnosticados 451 BCC em 417 pacientes, e 70 incidências do SCC em 68 pacientes.

Christenson disse que este estudo mostra um aumento da incidência do câncer de pele nas mulheres jovens e nos homens do condado de Olmsted, além da necessidade de concentrar esforços na prevenção desta doença entre os adultos jovens.